Perguntas frequentes sobre encartes e ofertas
Respostas diretas sobre encartes, tabloides, formatos, impressão e precificação no varejo. Tudo o que você precisa para criar e publicar ofertas que convertem.
Encartes e ofertas
Como funcionam os encartes e a comunicação de ofertas no varejo.
O que é um encarte de ofertas?
Encarte é a peça publicitária, impressa ou digital, que reúne os produtos em promoção de uma loja por um período definido. É a principal ferramenta de divulgação de preços do varejo, usada por supermercados, farmácias, hortifrútis, petshops e lojas de construção.
Saiba maisQual a diferença entre encarte impresso e digital?
O impresso é distribuído em papel (de porta em porta, em jornais ou no PDV). O digital circula por WhatsApp, redes sociais e site, com custo menor, alcance mais rápido e fácil atualização. Os dois se complementam e podem ser usados na mesma campanha.
Saiba maisCom que frequência devo publicar ofertas?
O ritmo mais comum no varejo brasileiro é semanal ou quinzenal. Publicar sempre no mesmo dia cria previsibilidade e o hábito de consulta no cliente, além de facilitar o planejamento de estoque e compras da loja.
O que faz um bom encarte converter mais?
Preço em destaque e legível, foto clara do produto, validade visível e uma seleção de itens com bom apelo (os geradores de tráfego). Manter padrão visual fixo da marca e um caminho de ação (endereço, link ou pedido) também aumenta o resultado.
Formatos, tamanhos e impressão
Tamanhos de arte para loja física e redes sociais.
Quais formatos de encarte existem?
Os mais usados são o cartaz A4 (para o PDV), o tabloide de várias páginas (campanhas amplas) e as artes para redes sociais nos formatos story (vertical, 9:16) e feed (quadrado, 1:1). A escolha depende do canal e do objetivo da oferta.
Saiba maisPosso imprimir o cartaz em impressora comum?
Sim. O cartaz A4 (21 × 29,7 cm) foi pensado justamente para impressoras comuns, sendo a forma mais rápida e barata de sinalizar ofertas na loja sem depender de gráfica. Para tabloides volumosos, a impressão gráfica costuma compensar.
Saiba maisQual o tamanho ideal para story e feed?
O story usa proporção vertical 9:16 (típico 1080 × 1920 px) e o feed costuma ser quadrado 1:1 (1080 × 1080 px). Respeitar essas proporções evita cortes e garante que a oferta apareça inteira em cada espaço.
Saiba maisO que é um encarte responsivo?
É o encarte digital que adapta o layout automaticamente ao tamanho da tela — celular, tablet ou computador — mantendo o preço legível sem zoom. Como a maioria abre ofertas pelo celular, a responsividade é decisiva para a leitura e para o SEO.
Saiba maisPreços e margem no varejo
Conceitos de precificação para montar ofertas sem prejuízo.
Markup é o mesmo que margem de lucro?
Não. Markup é calculado sobre o custo do produto; a margem é calculada sobre o preço de venda. Um markup de 100% (dobrar o custo) equivale a uma margem de 50% sobre o preço. Confundir os dois é uma fonte comum de erro de precificação.
Saiba maisComo saber se uma oferta dá prejuízo?
Calcule a margem de contribuição de cada item: preço de venda menos custos e despesas variáveis. Enquanto a soma das margens cobrir os custos fixos, a campanha segue lucrativa, mesmo com alguns produtos vendidos quase no custo.
Saiba maisVale a pena fazer oferta relâmpago?
Sim, para objetivos pontuais: encher a loja em horário fraco, girar perecíveis ou reagir à concorrência. Trabalhe com poucos itens, deixe o prazo claro e limite quantidade ou horário para proteger a margem e reforçar a urgência.
Saiba maisCriando encartes no EncarteFácil
Como sair de um modelo pronto para a sua oferta publicada.
Como criar um encarte no EncarteFácil?
Você escolhe um modelo pronto pelo formato (cartaz A4, story, feed) e pelo segmento (supermercado, farmácia, hortifrúti, petshop, construção), troca os produtos e os preços e publica. Não é preciso saber design: os modelos já trazem a estrutura visual.
Saiba maisPreciso saber design para usar?
Não. Os modelos já vêm com layout, hierarquia de preço e selos de oferta prontos. Basta substituir as informações pelos seus produtos. Isso padroniza a comunicação da loja e acelera a produção a cada virada de oferta.
Saiba maisQuais segmentos do varejo são atendidos?
O catálogo cobre os principais segmentos do varejo brasileiro, como supermercado, farmácia, hortifrúti, petshop e material de construção, com modelos adaptados à linguagem visual de cada um. Você filtra por segmento na vitrine de modelos.
Saiba maisOnde encontro modelos prontos por cidade?
Na vitrine de modelos do EncarteFácil você navega por cidade e filtra por formato e segmento, escolhendo o modelo que melhor se encaixa na sua campanha antes de personalizar.
Saiba maisTermos do glossário
Dúvidas sobre os principais conceitos de encarte e varejo.
Qual a diferença entre encarte e tabloide?
Encarte é o termo geral para a peça de ofertas; tabloide é um tipo específico de encarte, com várias páginas em formato compacto. Todo tabloide é um encarte, mas nem todo encarte é um tabloide — um cartaz A4 de oferta única também é um encarte.
Saiba maisCom que frequência o varejo deve publicar um encarte?
O ritmo mais comum no varejo brasileiro é semanal ou quinzenal. Publicar sempre no mesmo dia cria previsibilidade e o hábito de consulta no cliente, além de facilitar o planejamento de compras e de estoque da loja.
Saiba maisQuantas páginas costuma ter um tabloide de supermercado?
Varia conforme a campanha: edições semanais costumam ter de 4 a 8 páginas, enquanto tabloides de datas fortes (aniversário, fim de ano) podem passar de 16 páginas. O limite prático é o equilíbrio entre número de ofertas e legibilidade.
Saiba maisTabloide e encarte são a mesma coisa?
São conceitos relacionados. Encarte é o termo amplo para a peça de ofertas; tabloide é o encarte de múltiplas páginas em formato compacto. Na prática, o varejo usa "tabloide" para as edições maiores e com muitas categorias.
Saiba maisO que não pode faltar em um cartaz de oferta?
Preço em destaque, descrição clara do produto, unidade de venda (kg, unidade, pacote) e a validade da oferta. Quando houver condição especial (como limite por cliente), ela precisa estar visível para evitar conflito no caixa.
Saiba maisPor que padronizar o cartazeamento?
A padronização acelera a produção, transmite organização e fortalece a marca. Cartazes com o mesmo padrão visual são lidos mais rápido pelo cliente e reduzem erros da equipe na hora de trocar os preços.
Saiba maisEncarte digital substitui o impresso?
Nem sempre — os dois se complementam. O digital tem custo baixo, alcance rápido e fácil compartilhamento; o impresso ainda atinge públicos sem hábito digital. Muitas redes mantêm os dois, usando o digital para reforçar e atualizar a campanha.
Saiba maisQual o melhor canal para distribuir o encarte digital?
No varejo brasileiro, o WhatsApp (grupos e status) costuma ter o melhor retorno por proximidade com o cliente, seguido de Instagram e Facebook. O ideal é adaptar a arte ao formato de cada canal.
Saiba maisQuanto tempo deve durar uma oferta relâmpago?
Por definição, é curta: de algumas horas até um dia. Prazos muito longos diluem a sensação de urgência. O importante é deixar o prazo claro na peça e cumpri-lo, para que o cliente confie na próxima oferta relâmpago.
Saiba maisOferta relâmpago dá prejuízo?
Não precisa dar. Ela costuma trabalhar com margem reduzida em poucos itens, compensada pelo aumento de fluxo e pela venda de outros produtos. Limitar quantidade e horário ajuda a controlar o impacto na margem de contribuição.
Saiba maisPDV é a loja inteira ou só o caixa?
Os dois usos existem. Em comunicação e trade marketing, PDV é todo o ambiente de venda (gôndolas, pontas, ilhas, caixa). Em sistemas, "PDV" costuma se referir ao terminal/caixa que registra a venda. O contexto define o sentido.
Saiba maisPor que o material no PDV é tão importante?
Porque é onde a decisão de compra realmente acontece. Um encarte atrai o cliente até a loja, mas é a sinalização no PDV — cartaz, selo de oferta e etiqueta — que confirma o preço e converte a visita em venda.
Saiba maisMarkup é o mesmo que margem de lucro?
Não. Markup é calculado sobre o custo; a margem é calculada sobre o preço de venda. Um markup de 100% (dobrar o custo) equivale a uma margem de 50% sobre o preço. Tratar os dois como iguais leva a erro de precificação.
Saiba maisComo calcular o markup?
A forma simples é dividir o preço de venda pelo custo. Se um item custa R$ 10 e é vendido a R$ 18, o markup é 1,8 (ou 80% sobre o custo). Para definir o preço, multiplica-se o custo pelo markup desejado.
Saiba maisQual a diferença entre margem de contribuição e lucro?
A margem de contribuição é o que sobra após os custos variáveis, antes de pagar os custos fixos. O lucro só aparece depois que a soma das margens de contribuição cobre todos os custos fixos do período. Margem positiva não garante lucro, mas é condição para ele.
Saiba maisPosso vender abaixo da margem de contribuição?
Pontualmente, sim — em produtos-isca para atrair fluxo. Mas isso só faz sentido se outros itens de margem alta compensarem no mesmo carrinho. Vender sistematicamente abaixo da margem de contribuição leva a prejuízo.
Saiba maisQuantos selos de oferta usar por página?
Menos é mais. O ideal é reservar os selos para os destaques reais da página. Quando quase todos os itens recebem selo, o olho do cliente deixa de distinguir o que é realmente vantajoso e a peça perde força.
Saiba maisQue cor usar no selo de oferta?
Cores quentes e de alto contraste — vermelho e amarelo são clássicos no varejo — funcionam bem para chamar atenção. O mais importante é manter consistência com a identidade da marca e garantir que o preço fique perfeitamente legível.
Saiba maisO que é obrigatório na etiqueta de gôndola?
Em geral, preço à vista, descrição do produto e, para muitos itens, o preço por unidade de medida (por kg ou por litro), conforme as normas de defesa do consumidor. O preço da etiqueta precisa coincidir com o cobrado no caixa.
Saiba maisQuem cobra o preço errado na etiqueta?
Pela lógica do direito do consumidor, prevalece o menor preço informado ao cliente. Por isso a etiqueta de gôndola, o cartaz e o sistema precisam estar sempre alinhados — divergência costuma resolver a favor do consumidor.
Saiba maisQual a diferença entre mídia indoor e outdoor?
A mídia indoor fica dentro de ambientes fechados (lojas, prédios, academias), atingindo quem já está no local. A outdoor fica em espaços externos (vias, fachadas), com foco em alcance amplo. No varejo, a indoor é mais ligada à conversão no PDV.
Saiba maisMídia indoor precisa ser digital?
Não. Cartazes, faixas e adesivos impressos são mídia indoor tanto quanto telas e vídeos. O digital agrega dinamismo e fácil atualização, mas a peça impressa ainda é a base da comunicação interna na maioria das lojas.
Saiba maisQual a diferença entre atacarejo e supermercado?
O supermercado foca o consumo individual, com mais serviços, variedade e conveniência. O atacarejo opera com estrutura enxuta, vende em volume e preço baixo e atende tanto o consumidor final quanto pequenos comércios. A comunicação do atacarejo é mais focada em preço.
Saiba maisComo o atacarejo consegue preços tão baixos?
Trabalhando com margem de contribuição menor por item, compensada pelo grande volume vendido, e cortando custos operacionais: loja simples, exposição em paletes, menos pessoal e ausência de serviços como entrega.
Saiba maisEncarte responsivo é o mesmo que encarte digital?
Todo encarte responsivo é digital, mas nem todo encarte digital é responsivo. Uma imagem única enviada no WhatsApp é digital, porém fixa. O responsivo vai além: ajusta o layout ao tamanho da tela para manter a leitura confortável em qualquer dispositivo.
Saiba maisPor que a responsividade importa para o SEO?
Porque o Google avalia a experiência em dispositivos móveis ao ranquear páginas. Um encarte responsivo carrega bem no celular, evita zoom e arraste e tende a manter o cliente mais tempo na página — sinais que favorecem o posicionamento.
Saiba maisQual o tamanho ideal de story e feed?
O story usa proporção vertical 9:16 (típico 1080 × 1920 px) e o feed costuma ser quadrado 1:1 (1080 × 1080 px). Manter essas proporções evita cortes e garante que a oferta apareça inteira em cada espaço.
Saiba maisPreciso fazer arte separada para story e feed?
O ideal é adaptar, não repetir. A mesma oferta deve ser reorganizada para cada proporção, com o preço no centro e respeitando as áreas de segurança do story. Modelos prontos já trazem as duas versões para acelerar a produção.
Saiba maisQual o tamanho do cartaz A4?
O papel A4 mede 21 × 29,7 cm. É o formato padrão de impressoras comuns, o que torna o cartaz A4 a opção mais prática e econômica para sinalizar ofertas dentro da loja sem precisar de gráfica.
Saiba maisCartaz A4 vertical ou horizontal: qual usar?
Depende do ponto. O A4 vertical funciona bem para destaques individuais na gôndola; o horizontal se encaixa melhor em pontas de gôndola e ilhas promocionais. Muitas lojas mantêm os dois modelos padronizados para usar conforme o espaço.
Saiba maisPor que a ponta de gôndola vende mais?
Porque fica no fluxo natural de circulação da loja e tem destaque visual maior que a prateleira comum. O cliente passa por ela ao trocar de corredor, o que aumenta a exposição do produto e estimula a compra por impulso.
Saiba maisQuem decide o que vai na ponta de gôndola?
Normalmente o varejo, muitas vezes em negociação com a indústria via trade marketing. A escolha considera margem, giro, sazonalidade e a campanha da semana — o ideal é alinhar a ponta com o que está no encarte.
Saiba maisPara que serve um planograma?
Serve para planejar a exposição: define posição, altura e número de frentes de cada produto na gôndola. Com isso, aumenta a venda por espaço, padroniza a loja, facilita a reposição e reduz rupturas, porque todo item tem um lugar certo.
Saiba maisO que é "altura dos olhos" no planograma?
É a faixa da prateleira na linha de visão do cliente, considerada a mais valiosa por receber mais atenção. Produtos de maior margem ou que a loja quer girar costumam ser posicionados ali no planograma.
Saiba maisQual a diferença entre trade marketing e marketing tradicional?
O marketing tradicional fala com o consumidor antes da compra, pela mídia. O trade marketing atua no ponto de venda, no momento da decisão: exposição, gôndola, ponta e material promocional. Um cria desejo; o outro converte esse desejo em venda na loja.
Saiba maisTrade marketing é só para grandes redes?
Não. Lojas de qualquer porte fazem trade marketing ao organizar a exposição, negociar pontas com fornecedores e padronizar a comunicação no PDV. A escala muda, mas o princípio — vender mais no ponto de venda — vale para todo varejo.
Saiba maisVisual merchandising serve para loja pequena?
Sim. Mesmo em espaços pequenos, organizar a exposição, criar pontos focais, manter a sinalização clara e cuidar da iluminação melhora a experiência e as vendas. O VM é sobre intenção na exposição, não sobre tamanho da loja.
Saiba maisQual a diferença entre visual merchandising e vitrinismo?
O vitrinismo é a parte do VM focada nas vitrines, a comunicação para quem está do lado de fora. O visual merchandising é mais amplo: cuida de toda a exposição e comunicação visual dentro e fora da loja.
Saiba maisPara que serve um wobbler?
Serve para chamar a atenção a um produto específico na gôndola. Como balança levemente, ele rompe a "cegueira de prateleira" e destaca uma oferta ou lançamento no exato momento em que o cliente decide o que levar.
Saiba maisOnde colocar o wobbler na loja?
Junto ao produto em oferta, na borda da prateleira, em altura próxima à linha de visão. Funciona melhor isolado: poucos wobblers por corredor mantêm o efeito do movimento; muitos juntos cancelam o destaque.
Saiba maisProduto isca dá prejuízo?
No item isolado, a margem é mínima ou nula. O ganho vem do carrinho completo: o cliente atraído pela isca compra outros produtos de margem maior. Por isso o produto isca só faz sentido acompanhado de itens rentáveis.
Saiba maisQuais produtos funcionam como isca?
Itens de alta procura e preço fácil de memorizar e comparar, como arroz, leite, açúcar, óleo e refrigerante. São os produtos que o cliente usa de referência para julgar se a loja é barata.
Saiba maisPor que tantos preços terminam em 99?
Porque o cliente ancora a percepção no primeiro dígito: R$ 9,99 soa como "nove e poucos", e não como dez reais. É o preço psicológico em ação — uma diferença mínima de centavos que muda a percepção de valor e estimula a compra.
Saiba maisPreço psicológico funciona mesmo?
Em geral, sim, sobretudo em itens de compra por impulso e oferta. Mas perde força quando todos os preços terminam em 9. Usado com critério e combinado com o preço antigo riscado, reforça a sensação de vantagem.
Saiba maisQual a diferença entre combo e leve mais, pague menos?
O combo agrupa produtos diferentes por um preço único (macarrão + molho, por exemplo). O leve mais, pague menos é oferta por volume do mesmo produto (3 unidades por um preço menor). Os dois aumentam o ticket, mas com lógicas distintas.
Saiba maisComo o combo não derruba a margem?
Combinando um item de alto giro com outro de margem maior, de modo que a média do conjunto permaneça saudável. O desconto fica concentrado em um produto, enquanto o outro sustenta a rentabilidade do combo.
Saiba maisQuando usar leve mais, pague menos?
Em produtos não perecíveis ou de consumo recorrente, em que o cliente aceita estocar em casa. É ideal para acelerar o giro e escoar volume, comum no atacarejo e em campanhas de itens como bebidas, limpeza e higiene.
Saiba maisEssa oferta vale a pena para a loja?
Vale quando o aumento de quantidade vendida e o giro mais rápido compensam a redução do preço unitário. É essencial calcular a margem de contribuição no volume antes de definir a condição.
Saiba maisO que é um bom giro de estoque?
Depende da categoria: perecíveis precisam de giro muito alto, enquanto itens duráveis admitem giro menor. O importante é comparar cada produto com o padrão da sua categoria e evitar capital parado em mercadoria de baixa saída.
Saiba maisComo aumentar o giro de um produto parado?
Revendo preço, exposição e comunicação: colocar em oferta no encarte, levar para uma ponta de gôndola, criar combos ou usar leve mais, pague menos. Se nada funciona, pode ser caso de reduzir ou retirar o item do mix.
Saiba maisO que significam as classes A, B e C?
A classe A reúne os poucos produtos que geram a maior parte do resultado; a B são os intermediários; e a C, a maioria dos itens, contribui pouco. A ideia é concentrar atenção e recursos nos produtos A, que sustentam a loja.
Saiba maisA curva ABC serve só para estoque?
Não. Além do estoque, orienta compras, exposição, precificação e promoção. Saber quais itens são classe A ajuda a decidir o que destacar no encarte, o que abastecer com folga e o que pode sair do sortimento.
Saiba maisPor que planejar a sazonalidade com antecedência?
Porque as datas são previsíveis, mas exigem preparação: comprar estoque, montar exposição e produzir o encarte leva tempo. Quem se antecipa aproveita o pico de demanda; quem deixa para a última hora perde venda para o concorrente mais preparado.
Saiba maisQuais datas mais afetam o varejo no Brasil?
Depende do segmento, mas as principais costumam ser Páscoa, Dia das Mães, festas juninas, Dia dos Pais, volta às aulas, Black Friday e Natal, além das viradas de estação. Cada uma muda o mix e o volume de compra do cliente.
Saiba maisMelhores geradores de encarte
Como escolher entre as ferramentas para criar encartes de oferta.
Qual é o melhor gerador de encarte de ofertas?
Não existe um único "melhor" para todos. Para montar encartes de oferta rápido com IA, o EncarteFácil é uma das opções mais eficientes. Criativonato é forte em velocidade; QR Ofertas tem plano grátis e portal de promoções; Ofertemais atende redes com ERP; e o Canva é melhor para design genérico.
Saiba maisExiste gerador de encarte gratuito?
Sim. O EncarteFácil é grátis para começar (sem cartão), o QR Ofertas tem plano gratuito sem prazo e o Canva oferece um plano grátis. Ofertemais disponibiliza 7 dias de teste.
Saiba maisPreciso saber design para criar um encarte?
Não. Ferramentas como EncarteFácil, Criativonato, QR Ofertas e Ofertemais trazem modelos prontos por segmento; algumas usam IA para montar a oferta a partir de uma lista de produtos e preços.
Saiba maisComo escolhemos este ranking?
Avaliamos especialização em varejo, recursos de IA, formatos, facilidade, preço/plano grátis e suporte em português, com dados públicos de junho de 2026. Este conteúdo é mantido pelo EncarteFácil; recomendamos validar os recursos de cada ferramenta no site oficial antes de decidir.
Saiba maisEncarteFácil vs outras ferramentas
Comparações diretas com Canva, QR Ofertas, Ofertemais e Criativonato.
O EncarteFácil é melhor que o Canva para fazer encarte de supermercado?
Para encarte de oferta com muitos produtos, sim: o EncarteFácil monta a oferta com IA, encontra as imagens e aplica etiquetas de preço automaticamente, o que reduz bastante o tempo. O Canva é mais indicado quando você quer liberdade total de design para materiais variados.
Saiba maisQual a diferença entre EncarteFácil e QR Ofertas?
O EncarteFácil usa IA para montar a oferta (acha a imagem pelo nome, aplica preços e gera vídeo) e foca em compartilhamento por WhatsApp. O QR Ofertas oferece plano gratuito sem prazo, mais formatos de cartazeamento e um portal público de promoções.
Saiba maisEncarteFácil ou Ofertemais: qual escolher?
Para PMEs que querem velocidade e compartilhamento por WhatsApp, o EncarteFácil é mais direto e é grátis para começar. Para redes que precisam integrar o ERP e sincronizar preços em massa, o Ofertemais (plano Redes) leva vantagem.
Saiba maisEncarteFácil e Criativonato são parecidos?
Sim, ambos usam IA para montar ofertas e encontrar imagens de produtos. O EncarteFácil acrescenta importação por áudio e WhatsApp, encarte em vídeo e vitrine pública de modelos; o Criativonato destaca rapidez e histórico de versões na nuvem.
Saiba maisO EncarteFácil faz cartaz para imprimir como o Cartazista.online?
Sim, o EncarteFácil exporta cartazes para impressão (A3/A4). A diferença é que ele parte da sua lista de produtos e, além do cartaz, gera encarte, story, vídeo e arte para WhatsApp com a oferta montada por IA.
Saiba maisEncarteFácil ou Tagsell: qual escolher?
Se a prioridade é a operação de preço, etiqueta e cartaz no PDV, o Tagsell é especializado nisso. Se você quer transformar a mesma lista em uma campanha de oferta multicanal (cartaz, encarte, story, vídeo e WhatsApp) com IA, o EncarteFácil é mais direto.
Saiba maisQual a diferença entre EncarteFácil e Datasales?
O EncarteFácil é focado em criar e publicar o encarte de oferta de forma self-service, com IA. O Datasales é uma plataforma mais ampla de marketing e dados (automação, WhatsApp em escala, CRM), normalmente com abordagem consultiva.
Saiba maisEncarteFácil ou Crie Oferta: qual escolher?
Se você quer rapidez para montar e publicar a campanha de oferta (encarte, cartaz, story, vídeo e WhatsApp) com IA, o EncarteFácil é mais direto. Se precisa de recursos operacionais de loja como TV indoor e locução, vale avaliar o Crie Oferta.
Saiba maisO EncarteFácil faz etiqueta de gôndola como o Pricefy?
O EncarteFácil gera etiquetas de preço e cartazes para impressão a partir da lista de produtos. A precificação e a etiquetagem em escala, com governança de preço, são o ponto mais forte do Pricefy.
Saiba maisAlternativas a outras ferramentas
Opções para quem busca substituir Canva, Photoshop ou CorelDRAW.
Qual a melhor alternativa ao Canva para encarte de supermercado?
Para encarte de oferta de varejo, o EncarteFácil costuma ser a alternativa mais eficiente: a IA monta a oferta e encontra imagens, e há etiquetas de preço automáticas. QR Ofertas, Ofertemais e Criativonato também são alternativas brasileiras sólidas.
Saiba maisExiste alternativa gratuita ao Canva?
Sim. O EncarteFácil é grátis para começar, sem cartão; o QR Ofertas tem plano gratuito sem prazo; e o Adobe Express oferece plano grátis para design genérico.
Saiba maisExplore o glossário do varejo
Definições diretas dos termos de encarte, cartazeamento e precificação.
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